Próximo amor, próximo copo, próximas cicatrizes.
Traga-me vinho, não esqueça a conta.
Traga flores murchas de um cemitério silencioso
Flores que exalem o perfume do medo, da morte.
Flores que tragam a essência do fim.
Roube o brilho das estrelas,
Torne a noite menos sombria.
Esqueça as juras gravadas no papel de pão.
Relembre o adeus no cartão postal.
Dois dedos de esperança e alguns cubos de gelo.
Regue a festa com lagrimas dos corações que choram.
Não procure seu reflexo em um espelho qualquer.
A destruição está impregnada em sua alma.
Inscrita nesse sorriso falso, desses lábios frios.
Inúteis, imundos, improváveis... indescritíveis.
Inesquecíveis! Inconfundíveis.
Halito refrescante, desses que queimam o nariz.
Desses que se sente saudade.
Desses que nunca se esquece.
Traga-me vinho, não esqueça a conta.
Traga flores murchas de um cemitério silencioso
Flores que exalem o perfume do medo, da morte.
Flores que tragam a essência do fim.
Roube o brilho das estrelas,
Torne a noite menos sombria.
Esqueça as juras gravadas no papel de pão.
Relembre o adeus no cartão postal.
Dois dedos de esperança e alguns cubos de gelo.
Regue a festa com lagrimas dos corações que choram.
Não procure seu reflexo em um espelho qualquer.
A destruição está impregnada em sua alma.
Inscrita nesse sorriso falso, desses lábios frios.
Inúteis, imundos, improváveis... indescritíveis.
Inesquecíveis! Inconfundíveis.
Halito refrescante, desses que queimam o nariz.
Desses que se sente saudade.
Desses que nunca se esquece.
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